Um dos meus milhares de seguidores fiéis, hehehe, me enviou estas considerações, que procuro agora responder:
E aí? Bijux não vai falar nada sobre a panacéia que a imprensa televisiva está fazendo a respeito desse engodo no mundo islâmico? Todo mundo dizendo ser um movimento de liberdade, com o papel do facebook (até o Jabor veio com essa besteira), quando na verdade trata-se de uma tomada de uma força radical islâmica, altamente perigosa para a democracia?
Esta é a minha resposta:
Não sei se é por ignorância ou "meio de vida", mas azélite intelequituá insistem nessa tese - porque sai bem na foto (a esquerda adoooora se fingir de democrática, e analisar a História - do seu jeitinho escroto - no mesmo momento em que acontece: é compreensível, já que elles são "os donos da História" e decidem até mesmo quando ela começa e quando ela acaba -lembra do livro O Fim da História?).
Acontece que o andar da carruagem já mostra que elles estão longe da verdade... como vemos agora que árabes e persas enchem as ruas e praças também no Bahrein, no Irã e - qua,qua,qua! - também na Líbia, onde Kadafi, festejado pela esquerda doente como o ex-terrorista que ficou bonzinho (claro, com todo o poder, por 40 anos, num regime de terror interno, elle que praticou o mais sanguinolento terrorismo na década de 70!) E as ruas estão cheias também no Irã, por causa da evidente fraude na reeleição do Ahmadinejad e seus asseclas, no ano passado. Essa é a parte que deixa felizes os que analisam rasteiramente os fatos, como o Jabor: é sinal de busca de democracia! Qua, qua, qua - árabes, persas, muçulmanos em geral, não estão nem aí para a democracia, que nem sequer entendem direito.
Tá todo o mundo muçulmano na rua, não é por revolta contra essas ditaduras (disfarçadas, porque fazem eleições - "livres" - para eleger quem lhes satisfaça os objetivos). Estão nas ruas porque: 1 - já encheram o saco de viver mal, sem conforto e sem dinheiro (mas não porque não têm liberdade, pois este conceito não faz parte da vida de quem se submete aos ditames do Corão), e 1 - estão sendo manipulados para acreditar que, se o negócio é fazer vencer o Al Corão, detonando os infiéis (nós, deste lado do mundo), o mais certo é colocar no poder quem tem mais intimidade com as leis lá delles: os aiatolás.
A longo prazo - e talvez seja muuuuito longo - a nossa sorte - do Ocidente democrático judaico-cristão - é que elles não se entendem. Xiitas, sunitas, Hamas, Resbollah, Al Fatah (ainda existe!) e outras divisões entre elles farão com que acabem por detonarem-se uns aos outros. Oxalá!!!
Mas... por que a imprensa e o jornalismo televisivo brasileiros adotam essa postura de analisar como "busca de democracia" o que é tão somente a manipulação do povo árabe para que venha a aceitar ainda menos democracia? É que azélite intelequituá, presente no jornalismo, é, em sua maioria acachapante, "de esquerda". E a esquerda internacional se comporta como se a confusão islâmica fosse uma vertente - poderosa vertente - de sua (della, esquerda) "luta" para detonar valores e modos de vida "ocidentais" - que, no entender dos esquerdopatas, são ao mesmo tempo a causa e o resultado do sempre odiado (por elles, claro) capitalismo. Não se importam, os periculosos esquerdopatas, se o estímulo dado aos fanáticos de todo tipo, e aos terroristas, através de uma imprensa e uma mídia corrompida, mal informada (propositalmente) e parcialíssima, acaba por resultar em milhares - mais pra frente, serão milhões - de mortos. Não se importam porque colecionam cadáveres: desde os de Stalin até os de Fidel e, hoje, as vítimas do terrorismo e da beligerância interna dos islâmicos.
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